Presidente 40

por Vera Magalhães

 

Blog volta a ser atualizado no dia 17

Caros leitores,

O blog entra em recesso a partir desta sexta-feira, por conta de um breve período de férias desta repórter que vos escreve.

Volto à ativa em 17 de outubro com novas notícias.

Nesse período, acompanhem o noticiário da Folha.com e dos demais blogs da casa.

Até breve!

Escrito por Vera Magalhaes às 14h35

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Haddad diz a aliados que fica no MEC até janeiro

Alessandro Shinoda/Folhapress

O ministro Fernando Haddad (Educação) resiste à pressão de seus aliados para deixar o MEC agora e se dedicar exclusivamente à campaha pela indicação do PT como candidato à Prefeitura de São Paulo.

Reportagem de Bernardo Mello Franco na Folha de quinta-feira revelou a pressão do grupo que apoia o ministro para que ele se engaje totalmente na política partidária.

Interlocutores de Haddad disseram ao blog, no entanto, que ele está decidido a deixar a pasta em janeiro, após o encerramento das inscrições da terceira edição do Sisu.

O Sisu é o sistema integrado de informações pelo qual faculdades selecionam alunos com base nos resultados do Enem (Exame Nacional do Ensino Médio). As inscrições abrem em 5 de janeiro.

Se mantiver essa disposição, Haddad enfrentará toda a pré-campanha ainda no cargo, o que só lhe permite se dedicar à articulação política nos fins de semana.

Escrito por Vera Magalhaes às 14h27

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Negociação Kassab-Meirelles começou em março

Danilo Verpa/Folhapress

Não foi da noite para o dia que se deu a negociação para a entrada de Henrique Meirelles no PSD.

Em 17 de março, quando o ex-presidente do Banco Central assumiu a presidência da Associação Viva o Centro, Kassab levou todo o secretariado para prestigiá-lo, na Bovespa.

"Para um bom observador, aquilo já foi um gesto de apreço e prestígio", disse ao blog um participante do beija-mão.

Na ocasião, Meirelles retribuiu o gesto com fartos elogios à gestão do prefeito, em especial ao projeto Nova Luz, uma das vitrines eleitorais de Kassab. O site da entidade também destaca de forma elogiosa a lei municipal que dá preferência aos pedestres na cidade.

Quando Gabriel Chalita disse que Meirelles ajudaria em seu programa de governo, ele já discutia a transferência para a nova sigla de Kassab, em caráter reservado.

A decisão de trocar o PMDB pelo PSD foi fruto, em grande parte, da irritação do ex-presidente do BC com Dilma Rousseff.

Ele tem dito que se sente desprestigiado pela atual presidente, status em tudo diferente do que tinha no governo Lula.

Por isso, voltar ao centro da política por uma sigla "independente" foi visto como uma chance de dar a volta por cima depois dos desencontros recentes, como a ida frustrada para o comando da Autoridade Olímpica.

Meirelles já transferiu o domicílio eleitoral de Goiás para São Paulo, onde vai morar. A ficha de filiação ainda não tinha sido entregue à direção do PSD até o início da tarde.

O ex-titular do BC não se filia com a garantia de ser candidato a prefeito. Interlocutores do prefeito dizem que, se evoluir a aliança que ele costura com o PSDB, noticiada pela Folha na edição de quinta-feira, o candidato natural é o vice-governador Guilherme Afif --algo que Kassab teria deixado claro a Meirelles.

Escrito por Vera Magalhaes às 13h58

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PSD chega a 25 prefeitos em São Paulo

O PSD do prefeito Gilberto Kassab atingiu nesta quinta-feira a marca de 25 prefeitos no Estado.

Além da capital, a lista tem cidades-polo importantes, como Ribeirão Preto e Mogi das Cruzes, outras de porte médio, como Assis, e muitas pequenas ou médias.

Sexta-feira é o último dia para filiações e trocas de partido por parte de potenciais candidatos em 2012.

Só depois de encerrado o prazo será possível medir com exatidão o estrago provocado pela nova sigla em outros partidos e o tamanho da bancada do partido na Câmara dos Deputados.

Escrito por Vera Magalhaes às 20h42

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PSDB segura senadores do PA e vereadora do RJ

Divulgação

Na mira do ataque especulativo promovido pelo PSD de Gilberto Kassab nas demais legendas, o PSDB conseguiu segurar os senadores paraenses Flexa Ribeiro e Mário Couto e a vereadora do Rio Andrea Gouvêa Vieira (foto).

Flexa e Andrea receberam a garantia do presidente da legenda, deputado Sérgio Guerra, de que poderão disputar prévias para concorrer às prefeituras de Belém e do Rio, respectivamente.

Na capital paraense, o governador Simão Jatene apoia a pré-candidatura de seu ex-secretário e coordenador da frente pelo "não" à divisão do Pará, Zenaldo Coutinho. No Rio, era dada como certa a candidatura do deputado Otávio Leite, o que levou à ameaça de desfiliação de Andrea,

Outro que decidiu ficar onde está na reta final do prazo para troca de legendas foi o ex-prefeito de Recife e deputado federal João Paulo. Depois de conversa com a presidente Dilma Rousseff, ele desistiu de deixar o PT.

Escrito por Vera Magalhaes às 08h54

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Assange recusa convite para congresso do PSDB

Associated Press

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, recusou convite do PSDB para participar do congresso da Juventude do partido, que acontece em dezembro, em Goiânia.

O PSDB já dava como certa a participação de Assange, mas em email enviado ao secretário-geral da Juventude Tucana, Wesley Goggi, um emissário de Assange diz que ele agradece o convite, mas não poderá comparecer ao evento.

Pede, ainda, que o nome do fundador da organização seja "retirado" de materiais "promocionais" do congresso.

Escrito por Vera Magalhaes às 20h47

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Marta diz a aliados que vai até o fim

Mastrangelo Reino/Folhapress

Em reunião na terça-feira com um grupo de apoiadores no PT, a senadora Marta Suplicy reafirmou sua disposição de se manter na disputa interna para definir o candidato do partido a prefeito da capital no ano que vem.

Marta, que embarcou para uma missão oficial do Senado nos EUA, afirmou que, quando voltar, no dia 10, deverá retomar a agenda de contato com militantes do partido.

Os aliados da ex-prefeita apostam na polarização com Fernando Haddad como forma de garantir sua vitória nas prévias, marcadas para dezembro.

Participaram da conversa com Marta os deputados Candido Vaccarezza e José Mentor.

Eles farão novas tentativas de convencer os deputados Jilmar Tatto e Carlos Zaratini desistirem de disputar a indicação para apoiar Marta.

Assim, avaliam, ela venceria Haddad, que tem conseguido avançar nas correntes internas e obteve apoios importantes nas últimas semanas.

As conversas já estariam mais avançadas com Tatto, mas o deputado teme que Marta desista da pré-candidatura mais adiante, o que o deixaria em situação desconfortável.

Escrito por Vera Magalhaes às 20h08

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Vice-prefeita de SP troca PMDB pelo PSD

Folhapress

Na antevéspera do prazo-limite de filiações para interessados em disputar as eleições em 2012, o PSD já recebeu a adesão de mais dois prefeitos, dois vereadores e da vice-prefeita da capital, a ex-peemedebista Alda Marco Antonio.

Alda, que era uma quercista histórica, deixou o PMDB, agora sob o comando do deputado e pré-candidato Gabriel Chalita na cidade.

Ela é vista como "curinga" do grupo de Kassab para manter o posto de vice numa chapa à sucessão municipal.

Depois de confirmar três prefeitos na terça, o PSD ganhou mais dois. O prefeito de Leme, Wagner Antunes Filho, é alvo de investigação do Ministério Público por usar verbas da prefeitura para comprar carne para churrasco, conforme reportagem exibida pela TV Bandeirantes (abaixo). Também foi condenado em primeira instância por uso irregular de propaganda na campanha eleitoral.

O outro prefeito a ingressar no PSD foi o de Caieiras, Roberto Hamamoto. Os dois eram filiados ao DEM.

O partido levou ainda os passes dos vereadores Antonio Goulart e Davi Soares. Caso se confirme a filiação de Milton Leite a bancada terá dez vereadores. 

Escrito por Vera Magalhaes às 15h00

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Kassab leva mais 2 vereadores e 1 prefeito

Rivaldo Gomes/Folhapress

As adesões ao PSD do prefeito Gilberto Kassab seguem em ritmo acelerado.

Além dos dois prefeitos informados no post anterior, um terceiro acaba de entrar na lista: Silvio Peccioli, de Santana do Parnaíba, também de saída do DEM.

Na Câmara Municipal da capital, Kassab se prepara para ter a maior bancada. Duas adesões estão certas: Milton Leite, de saída do DEM, e Antonio Goulart (PMDB).

A fase de bonança deve explicar o tom adotado pelo prefeito nesta quarta, quando classificou o programa habitacional de São Paulo como "o maior da humanidade".

"Nós temos, ao longo da gestão, consolidado o maior programa de habitação social da história do país e talvez da história da América Latina. Em nenhuma época da humanidade tivemos um número tão grande de investimentos e de famílias sendo atingidas, beneficiadas, por programas sociais", afirmou, segundo relato do repórter da Folha Evandro Spinelli.

Questionado pelos repórteres sobre o evidente exagero, o próprio Kassab, em fase "paz e amor", caiu na gargalhada.

Escrito por Vera Magalhaes às 18h37

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Prefeitos de Ribeirão e Mogi vão para o PSD

Folhapress

Os prefeitos Dárcy Vera (foto), de Ribeirão Preto, e Marcos Bertaiolli, de Mogi das Cruzes, duas cidades grandes do interior de São Paulo, se filiaram na manhã desta terça-feira ao PSD.

Apesar de muito próximos ao prefeito Gilberto Kassab, idealizador do novo partido, os dois chegaram a hesitar em trocar do DEM pelo PSD por medo de abalos na relação com o governador Geraldo Alckmin.

Alckmin foi um opositor declarado da nova legenda no nascedouro. Chegou a demitir o próprio vice-governador, Guilherme Afif Domingos, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico quando ele anunciou a troca de partido.

O blog apurou, no entanto, que Alckmin resolveu parar de se opor ao PSD e tentar atrair o novo partido para sua base de sustentação.

Políticos ligados às duas legendas passam, inclusive, a achar viável uma aliança entre PSDB e PSD já no primeiro turno na sucessão paulistana --algo considerado essencial para o bloco repetir as vitórias de 2004 e 2008, já que, agora, não há um nome com claro potencial de intenção de votos em nenhum dos partidos.

Escrito por Vera Magalhaes às 12h59

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Pós-quarentena, Gleisi volta ao Twitter e lança blog

Sérgio Lima/Folhapress

Depois de uma ausência de quase quatro meses, justificada em um post de despedida em que diz que dedicaria "concentração total" às tarefas a ela conferidas pela presidente Dilma Rousseff, a ministra Gleisi Hoffmann (Casa Civil) anunciou a volta ao Twitter na última sexta-feira e lançou um novo blog.

No blog, Gleisi fala tanto de questões de governo e ligadas à pasta que comanda --como a concessão de aeroportos-- como sobre a política paranaense.

Usuária do Twitter desde os primórdios, assim como o mariodo, o também ministro Paulo Bernardo (Comunicação), Gleisi lança mão de várias ferramentas (vídeos no YouTube, galerias de fotos no Flickr) que aumentam a integração entre plataformas.

Politicamente, a volta à rede mostra a disposição da titular da Casa Civil de ser protagonista na política de seu Estado, influenciando na escolha de candidatos e definições de alianças em 2012 e se projetando como possível candidata a governadora em 2014.

Escrito por Vera Magalhaes às 09h26

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Petistas disputam coordenação de Haddad

Folhapress

Da esq. para a dir.: Macena, Cândido e Emídio, que querem coordenar campanha

Diante dos sinais de favoritismo de Fernando Haddad (Educação) na disputa interna do PT pela candidatura a prefeito de São Paulo, cresce no entorno do ministro a briga pela coordenação da eventual campanha.

São três os petistas que disputam o posto hoje: o verador Chico Macena, o deputado federal Vicente Cândido e o prefeito de Osasco, Emídio de Souza.

Macena é o emissário do ex-presidente Lula na pré-campanha de Haddad --o que lhe dá alguma vantagem no páreo com os demais. Foi o primeiro a se aproximar de Haddad e a traçar uma estratégia para ambientá-lo nos meandros de tendências e grupos da política interna petista.

Cândido atropelou por fora nas últimas semanas e se aproximou de Haddad ao costurar boa parte dos apoios que ele recebeu recentemente, como o dos vereadores que aderiram ao ministro na semana passada.

É sobre ele que recaem as queixas de truculência na cobrança por apoio a Haddad, relatadas em reportagem de Bernardo Mello Franco na Folha, na semana passada.

Relatos dão conta de que, ao abordar lideranças do partido para definirem apoio ao ministro, o deputado é muito explícito quanto à preferência que os apoiadores de primeira hora terão quando a campanha estiver na rua. A coordenação formal da campanha seria um instrumento importante para o deputado honrar os compromissos que tem feito com os apoiadores.

Nas caravanas do último fim de semana, tanto o senador Eduardo Suplicy quanto o deputado Carlos Zaratini fizeram menção às pressões pró-Haddad.

Por fim, o prefeito de Osasco, a despeito de ser um estranho no ninho da capital, usa a ascendência sobre o ex-vereador e seu hoje secretário Paulo Fiorilo como passaporte para influir na disputa paulistana. Espera, com o movimento, ter papel importante na definição da estratégia do PT em todo o Estado e se posicionar na máquina de olho em 2014 --quando pode tanto apresentar-se como pré-candidato a governador quanto tentar uma cadeira na Câmara dos Deputados.

Escrito por Vera Magalhaes às 19h41

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'Votar o veto é pior dos mundos', diz Casagrande

Sérgio Lima/Folhapress

O grande esforço dos governadores dos Estados produtores de petróleo será negociar um acordo que evite a sessão do Congresso, prevista para quarta-feira, que analisará o veto do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva à emenda que redistribui os royalties com os Estados não-produtores.

"Temos de fazer um apelo ao Congresso para que não se tenha de votar o veto, que é o pior dos mundos para todos", disse o governador Renato Casagrande (PSB-ES) ao blog.

Isso porque, caso se confirme a maioria dos Estados não-produtores e caia o veto de Lula à chamada "emenda Ibsen", Rio de Janeiro, Espírioto Santo e São Paulo devem recorrer contra a decisão no STF (Supremo Tribunal Federal), o que pode fazer a questão se arrastar por vários anos, paralisando os investimentos no pré-sal.

Os governadores dos Estados que seriam prejudicados com a nova divisão dos royalties querem deixar a votação de qualquer proposta sobre o assunto para depois que a presidente Dilma Rousseff voltar da viagem que faz nesta semana a três países da Europa.

"Não há como o governo federal não comandar este processo. Um acordo só sai se for bancado pela União", diz Casagrande.

Escrito por Vera Magalhaes às 13h12

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